BOMBA, o argumento
‘histórico’ da direita
Blog do Alfeu
Quando os militares já tinham feito o seu serviço para o capital internacional, começaram a ser tirados de cena. Ao mesmo tempo, o neoliberalismo ainda estava no forno e com isso a direita, inconformada por estar no papel secundário, fez da explosão de bombas a sua forma de expressão.
Atingiu instituições democráticas como a OAB, e teve como vítima D. Lyda Monteiro:
A mesa de dona Lyda Monteiro da Silva, vitima da explosão de uma carta-bomba no atentado à OAB-RJ.
As bombas da direita foram responsáveis por um dos maiores atentados à liberdade de imprensa:
Era um período de surgimento de inúmeros tablóides, na grande maioria de esquerda que nunca teve grandes espaços públicos de veiculação de suas idéias, e que começavam a ser distribuídos nas bancas de jornal. Essas bancas foram vítimas de bombas, o que resultou no encerramento das vendas desses jornais. Quanto aos veículos tradicionais, não sofreram qualquer arranhão.
A direita também deu tiro no pé, mas o objetivo era sempre a tragédia. Seu caso de notoriedade mais emblemática: o caso 'Riocentro'(30/4/1981):
Com todas as evidências, ninguém foi responsabilizado.
Atualmente a direita não está indo embora, ela vem resurgindo das profundezas, suas ações vem sendo gradativamente mais contundentes. O rastilho de pólvora já foi há algum tempo aceso. Uma mistura composta pela mídia, setores do MP, PF; da ação e omissão dos Três Poderes. Os articuladores não sujam mais as mãos, agora quem executa é o pau-mandado.
Sede do PT em Jundiaí:

Em frente a casa do ''esquerdista da Globo', Jô Soares:
Instituto Lula:
...um dia a bomba explodiu do meu lado, só ouviram a explosão, a minha voz não, eu já não estava mais aqui.
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