quarta-feira, 11 de novembro de 2015






Nobel de economia: há excesso de pessimismo no Brasil

Carlos Eduardo                               

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O prêmio Nobel de Economia 2008, Paul Krugman(EUA), disse nessa terça-feira (10) em São Paulo, durante a conferência internacional que reúne as mais recentes ideias, tendências e conceitos mundias em gestão, que há pânico no Brasil na formulação e adoção de medidas econômicas, como o aumento na taxa de juros e corte de despesas.
Para o economista, o país passa por dificuldades fiscais e inflação em alta, mas nada tão grave que justifique o 'excesso de pessimismo' da opinião pública brasileira.
Krugman acredita que a situação do Brasil não está tão ruim quanto parece e que há equívocos no corte de investimentos.
Isso acontece não porque os formuladores de políticas são burros, é porque há pânico, exagero. O Brasil num futuro não muito distante, daqui a um ou dois anos, vai começar a ver uma grande reviravolta. Vai ser uma virada e vai parecer que o declínio da sua moeda era transitório”, disse.
Krugman acredita que tão logo os índices de inflação comecem a cair, a crise brasileira chegará ao fim. Na sua avaliação o que falta ao Brasil é grande salto de produtividade do trabalho, para poder alcançar um novo patamar de crescimento e se aproximar do padrão de outros países em desenvolvimento, como a Coréia do Sul. Os sul-coreanos apresentam um índice de produtividade por trabalhador quase duas vezes e meio maior que dos brasileiros.
Krugman ainda comparou as ações da equipe econômica brasileiras com a reação canadense.
No Canadá não houve esse pânico que houve aqui. O governo elevou algumas taxas, mas não elevou juros e até propõe aumentar as despesas para estimular as empresas a investirem em infraestrutura”, comparou.
Obs: Paul Krugman só esqueceu de falar que, aqui no Brasil, muito da crise que temos é impulsionado pela mídia que alardeia e espalha o caos de propósito, com o claro intuito de derrubar o PT. Talvez, por ser estrangeiro, não saiba disso...

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