Requião: Dilma se ajoelhou
diante da Globo!
Isso é, com certeza(alguém duvida?), coisa do 'zéda justiça' ... - PHA
A propósito do certeiro 'post'(AQUI) do Fernando Brito, nessa
quinta(12) sobre (surpreendente) veto da Presidenta Dilma Rouseff a tópico fundamental do projeto
do Senador Roberto Requião sobre o 'direito de resposta' previsto na
Constituição de 1988(que garantia ao ofendido o direito de apresentar
pessoalmente ou por quem achasse conveniente a contestação das ofensas
recebidas dos meios de comunicação), o Conversa Afiada ouviu o
parlamentar, por telefone:
PHA - Senador, o que significa esse veto?
Requião - Paulo Henrique, significa que a presidenta da República cedeu à pressão das redes de comunicação, principalmente à Globo. No entanto, eu faço uma ressalva a esse processo. O juiz pode entender, e o conjunto da lei é clara, que a resposta deve ser dada pelo mesmo meio, pela mesma maneira e, apesar do veto, deferir o pedido de resposta audiovisual.
Mas é um absurdo. Um número enorme de senadores e deputados se expondo no combate ao arbítrio da Globo, ao direito que(os Marinhos) se arrogam de acusar, julgar e condenar. Expuseram-se numa batalha dura e ganhamos o negócio depois de cinco anos. E aí temos a decepção absurda desse veto completamente sem nexo, etapafúrdio, verdadeiro gol 'contra'.
A presidenta ou não entendeu nada ou não entende nada do que seja o 'direito de resposta', ou(o que é provável) está pessimamente assessorada.
PHA - A quem o senhor atribui a paternidade dessa ideia que levou a presidenta a tomar essa decisão?
Requião - Eu não sei. Mas eu atribuo à leniência do Governo com a Ética e com a Moral.
PHA - O senhor acha que esse veto pode cair no Congresso?
Requião - Não, não acho. Nós já tínhamos perdido na Câmara. Os deputados votaram com a Globo e as grandes redes de comunicação. E, em função disso, é muito difícil derrubar o veto. Mas vamos continuar na batalha.
Agora, é uma decepção brutal com a presidenta da República. Eu jamais imaginava sequer a possibilidade de isso acontecer.
A propósito do certeiro 'post'(AQUI) do Fernando Brito, nessa
quinta(12) sobre (surpreendente) veto da Presidenta Dilma Rouseff a tópico fundamental do projeto
do Senador Roberto Requião sobre o 'direito de resposta' previsto na
Constituição de 1988(que garantia ao ofendido o direito de apresentar
pessoalmente ou por quem achasse conveniente a contestação das ofensas
recebidas dos meios de comunicação), o Conversa Afiada ouviu o
parlamentar, por telefone:
PHA - Senador, o que significa esse veto?
Requião - Paulo Henrique, significa que a presidenta da República cedeu à pressão das redes de comunicação, principalmente à Globo. No entanto, eu faço uma ressalva a esse processo. O juiz pode entender, e o conjunto da lei é clara, que a resposta deve ser dada pelo mesmo meio, pela mesma maneira e, apesar do veto, deferir o pedido de resposta audiovisual.
Mas é um absurdo. Um número enorme de senadores e deputados se expondo no combate ao arbítrio da Globo, ao direito que(os Marinhos) se arrogam de acusar, julgar e condenar. Expuseram-se numa batalha dura e ganhamos o negócio depois de cinco anos. E aí temos a decepção absurda desse veto completamente sem nexo, etapafúrdio, verdadeiro gol 'contra'.
A presidenta ou não entendeu nada ou não entende nada do que seja o 'direito de resposta', ou(o que é provável) está pessimamente assessorada.
PHA - A quem o senhor atribui a paternidade dessa ideia que levou a presidenta a tomar essa decisão?
Requião - Eu não sei. Mas eu atribuo à leniência do Governo com a Ética e com a Moral.
PHA - O senhor acha que esse veto pode cair no Congresso?
Requião - Não, não acho. Nós já tínhamos perdido na Câmara. Os deputados votaram com a Globo e as grandes redes de comunicação. E, em função disso, é muito difícil derrubar o veto. Mas vamos continuar na batalha.
Agora, é uma decepção brutal com a presidenta da República. Eu jamais imaginava sequer a possibilidade de isso acontecer.

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