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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Em   lugar    de   “unidade”,   Cunha   e Temer  Fazem  do PMDB a sanfona  do impeachment 

escorpitemer
Tudo indica que, nos próximos dias, vamos assistir o PMDB virar uma verdadeira safona política.
De um lado, os sócios políticos Eduardo Cunha e Michel Temer, conseguindo 35 votos na bancada do partido para fazer de Leonardo Quintão (deputado que, segundo a BBC noticiou(AQUI)anteontem, mandou fazer o relatório do Código de Mineração no escritório dos advogados das donas da Samarco, a Vale e a BHP)
Nos próximos dias, com a volta de deputados federais que estavam licenciados para exercerem o cargo de Secretários, é possível que outra maioria se forme, ao inverso.
Enquanto isso, a oposição promete paralisar as votações da Câmara, para que nada ande e a crise piore.
Vejam a que se reduziu a discussão do impeachment.
Os 30 juristas que foram oferecer seus pareceres em defesa do mandato de Dilma parecem ter jogado tempo e dinheiro fora.
A questão jurídica, se houve ou não crime de responsabilidade, absolutamente “não vem ao caso”.
A questão não é “eminentemente política”, mas “exclusivamente política”.
E da mais baixa política.
E assim será enquanto não se apostar na mobilização em defesa da Constituição ameaçada.
Que tem o nome de quem a ela comanda o ataque, do qual Temer e tucanos são cúmplices, por seus apetites.
É Cunha, o “Fora Cunha” que precisa ser brandido como estandarte da legalidade democrática sobre a qual ele projeta a sombra e as bicadas de corvo.
Todos os outros, para se servirem dele, a ele servem.

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