quarta-feira, 2 de março de 2016

Fraude  ambiental oficializada...

Veine virou  'preservacionista'  para 

bloquear acesso de 'intrusos' à praia

do triplex(dos Marinho) em Paraty

    santarita
Cumprindo meu dever de auxiliar as Organizações Globo a identificarem logo os proprietários da mansão em área de preservação ambiental(ilhas) em Paraty(RJ), trago mais informações sobre a transformação da Agropecuária Veine(AQUI) Patrimonial Ltda(*) em empresa destinada à “manutenção de animais silvestres em cativeiro para fins de preservação”.
Nunca foi este o objeto social da empresa, desde sua fundação, em 2004.
Nem era, quando em 2009, pediu ao INPI(AQUI) o registro da marca “Santa Rita” – nome da praia onde está a mansão – alegando que tinha, entre suas atividades o “cultivo de frutos do mar, especialmente vieiras e mexilhões”.
No mesmo ano em que era autuada no processo(AQUI) E-07/507.761/2009 da Secretaria do Meio Ambiente/RJ, por infringir o artigo 70 da lei 3467/90 por “promover construção em solo não edificável, ou no seu entorno, assim considerado em razão de seu valor paisagístico, ecológico, artístico, turístico, histórico, cultural, religioso, arqueológico, etnográfico ou monumental, sem autorização da autoridade competente ou em desacordo com a concedida
O requerimento, óbvio, foi recusado pelo registro de marcas e patentes porque "o requerente não exerce atividade licita e efetiva compatível com os produtos/serviços reivindicados (Parágrafo 1º Art. 128 da LPI)”.
O que fez a Veine?
Registrou na Junta Comercial uma mudança de objeto social: deixou a exploração de imóveis e prospecção de negócios e acrescentou a “manutenção de animais silvestres em cativeiro para fins de preservação”.
Para que? Para conseguir, afinal em abril do ano passado – quando já estava obrigada a cumprir a decisão(AQUI) do juiz Adriano de Oliveira França para que retirasse “a estrutura de cerco, aparentemente dedicada à maricultura, existente no entorno da Praia de Santa Rita”- que o Instituto Estadual do Meio Ambiente ainda autorizasse “ampliação do número de espinhéis de quatro para seis, na praia de Santa Rita”.
Ou seja, lixou-se para a ordem judicial e ainda armou um jeito para ter mais barreiras que reduzissem  o acesso público à praia.
Só a Globo para descobrir quem é essa gente, da qual ninguém tem coragem de falar! Conto com o senhor, Dr. João Roberto.
(*) Do AMgóes >>> A AGROPECUÁRIA VEINE PATRIMONIAL LTDA tem sede na av. Almirante Barroso, 97, salas 1205/1209, centro do Rio de Janeiro(RJ), cuja página na internet é traduzida  para espanhol, inglês,  francês, alemão, italiano, russo, mandarim(China) e árabe. O objetivo, claro,  é o eventual interesse de magnatas desses países na compra de 'paraísos' que a VEINE põe à venda na orla fluminense, entre elas o da Ilha Josefa(U$20 milhões).

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