Não há só crise política e econômica no Brasil. Há uma crise de caráter
Algo de muito ruim acontece neste país.
E vai muito além da ideologia, entra no terreno do caráter.
Dos 11 ministros do Supremo Tribunal
Federal, apenas três não devem a Lula ou a Dilma sua indicação para a Corte.
E é um deles, Marco Aurélio Mello,
o único que protestou contra o absurdo a que todos assistimos na semana
passada.
“Até o regime de exceção observava a
norma”, disse ele ao Valor,
afirmando que a condução coercitiva de Lula dependia de recusa a intimação
prévia.
Os demais, mesmo que murmurem, não
piam.
Marina Silva, que pode ter todos os
ódios por Dilma, por quem se julgou preterida quando Lula escolheu quem seria
sua candidata á sucessão, jamais foi atacada por ele.
No entanto, ataca quem tudo lhe deu,
sob o argumento pífio de condenar a “violência do PT” (qual violência, Marina,
o PT foi arrancar alguém de casa?). Logo ela que, nos tempos dos “empates”, no
Acre, cercava os madeireiros para impedir o desmatamento.
Os exemplos poderiam seguir, quase
infinitos.
É boa medida de caráter a que se faz
sobre antigas relações, ainda que rompidas.
E gente que não tem bom caráter não
serve nem para julgar, nem para pretender dirigir um país.
Pode-se dizer de direita ou de esquerda. Pode pretender “se preservar”. Será sempre,
porém, um pigmeu moral.
Algo de muito ruim acontece neste país.
E vai muito além da ideologia, entra no terreno do caráter.
Dos 11 ministros do Supremo Tribunal
Federal, apenas três não devem a Lula ou a Dilma sua indicação para a Corte.
E é um deles, Marco Aurélio Mello,
o único que protestou contra o absurdo a que todos assistimos na semana
passada.
“Até o regime de exceção observava a
norma”, disse ele ao Valor,
afirmando que a condução coercitiva de Lula dependia de recusa a intimação
prévia.
Os demais, mesmo que murmurem, não
piam.
Marina Silva, que pode ter todos os
ódios por Dilma, por quem se julgou preterida quando Lula escolheu quem seria
sua candidata á sucessão, jamais foi atacada por ele.
No entanto, ataca quem tudo lhe deu,
sob o argumento pífio de condenar a “violência do PT” (qual violência, Marina,
o PT foi arrancar alguém de casa?). Logo ela que, nos tempos dos “empates”, no
Acre, cercava os madeireiros para impedir o desmatamento.
Os exemplos poderiam seguir, quase
infinitos.
É boa medida de caráter a que se faz
sobre antigas relações, ainda que rompidas.
E gente que não tem bom caráter não
serve nem para julgar, nem para pretender dirigir um país.
Pode-se dizer de direita ou de esquerda. Pode pretender “se preservar”. Será sempre,
porém, um pigmeu moral.
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