Neste 1º de Maio, trabalhadores voltam às ruas contra a reforma trabalhista e da Previdência
Dois dias após a greve geral, centrais sindicais e movimentos populares fazem atos políticos em todo o país contra a política de retirada de direitos do governo Temer

1º de Maio da CUT, em 2016, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo
Passados dois dias da greve geral que contou com a adesão de mais de 35 milhões de trabalhadores, as centrais sindicais, sindicatos e movimentos populares, do campo e da cidade, voltam a se unir para ocupar as ruas nesse 1º de Maio contra as reformas trabalhistas e da Previdência que conduzidas pelo governo de Michel Temer. De acordo com as entidades, em todos os atos que serão realizados ao longo do dia, com a participação de lideranças e artistas, as palavras de ordem são "nenhum direito a menos". SÃO PAULO - Depois de uma disputa na Justiça, em que derrubou uma liminar concedida ao prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), a CUT, garantiu o direito de fazer o ato político na Avenida Paulista. Com a central estarão ainda a CTB, Intersindical, a Frente Brasil Popular e a Frente Povo sem Medo. Após o ato político de resistência, que começa às 12h, os manifestantes seguirão em passeata até a Praça da República, no centro da cidade, onde haverá programação artística, com shows de Leci Brandão, Ilú Obá de Min, MC Guimê, As Baianas e a Cozinha Mineira, Bixiga 70, Mistura Popular, Marquinhos Jaca e Sinhá Flor >>> RIO DE JANEIRO - Após a forte repressão aos atos no dia da greve geral, as centrais sindicais e as frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e Esquerda Socialista farão ato contra as reformas e também para denunciar a ação policial contra o direito de manifestação. O evento, que contará com ato ecumênico, está sendo convocado para início às 11 horas, na Cinelândia, onde os manifestantes que vinham da Assembleia Legislativa foram atacados na sexta(28) pela polícia com bombas de gás lacrimogêneo ainda na saída do ato de encerramento da Greve Geral. A PM chegou a atirar contra o deputado estadual Flávio Serafini (PSol) enquanto discursava, transformando a região central do Rio em uma praça de guerra.
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