sábado, 7 de março de 2020


"Bolsonaro gosta de bandido",  diz ex-assessor e amigo de longa data

Ferraz e Bolsonaro


Amigo há 30 anos e ex-assessor de Jair Bolsonaro, Waldir Ferraz afirmou que o presidente se cerca e “gosta de bandidos”, informa reportagem(AQUI)   da revista Época. A matéria revela que essa declaração foi feita em 13 de janeiro, em um áudio enviado por Ferraz no WhatsApp para um interlocutor na Esplanada dos Ministérios.  >>>   Procurado pelo órgão, Ferraz confirmou o áudio, mas para não colocar Bolsonaro em risco, disse não dar nenhuma conotação criminal ao usar a palavra "bandido".   >>> O ex-assessor disse: "só tem canalha mesmo. Os melhores são os que apareceram agora. E na verdade, o Bolsonaro gosta de bandido. Todos os bandidos são bem acolhidos. Como não sou, vou ficar de fora, mas não tem problema, não. São trinta anos jogados no lixo. Mas ninguém sai ganhando nesse mundo", disse sentindo que Bolsonaro estava se afastando dele.   >>>  Acesse o áudio no 'link' do Twitter: https://twitter.com/jairmearrependi/status/1236258993108025344 

Corretora XP, investigada por fraude contábil nos EUA, fez ‘lobby’ pela prisão de Lula


A corretora XP, que será investigada  nos Estados Unidos por fraude contábil, pode ter tido um papel mais decisivo no golpe de estado de 2016 e na articulação para a prisão política do ex-presidente Lula do que se imagina. A empresa, que pertence ao empresário Guilherme Benchimol e ao Itaú, contratou palestras de Deltan Dallagnol, fez de Luciano Huck seu garoto propaganda, divulgou pesquisas eleitorais e sempre fez lobby pela prisão de Lula com argumentos rasteiros, como o de que ele " tumultua o ambiente", o que constou de um relatório de novembro do ano passado divulgado a clientes.   ➤   A íntegra, no BRASIL/247.

Luciano Huck vai apagar mais fotos em que
posou com  amigos da XP  Investimentos,
acusada de fraude no mercado dos EUA
Depois de apagar as fotos ao lado de Aécio Neves e Joesley Batista, seus amigos no passado, Luciano Huck tem agora outra dor de cabeça: os registros do mergulho que fez na XP INVESTIMENTOS, financeira que tem nele e, de certa forma, em Deltan Dallagnol(um dos 'astros' da 'Lava Jato'), seus garotos-propaganda.   ➤  Leia mais JOAQUIM DE CARVALHO, no DCM.


General demitido da Secretaria de Esportes por não nomear padrinho de Flávio Bolsonaro

General Décio Brasil e Flávio Bolsonaro
O general e o 'zero um' de Bolsonaro impedido de emplacar o padrinho de casamento na Secretaria de Esportes do governo do pai
O ex-secretário do Esporte, o general Décio Brasil diz acreditar que foi exonerado por ter resistido a atender a um pedido de Jair Bolsonaro, de nomear para função na subpasta um amigo de Flávio Bolsonaro, segundo informa a coluna Painel, da Folha de S. Paulo.   >>>  O preterido é Marcelo Magalhães, padrinho de casamento do 'zero um'.  “Talvez tenha desagradado o presidente”, justificou. “Como ele é impulsivo, tomou a decisão”. O general revelou detalhes do aparelhamento do ministério. “Um subordinado que não falava comigo, que me disse só conversar com o ministro, com o presidente ou com o senador”.   >>>  Vice-chefe do departamento de Cultura e Educação e chefe do centro de capacitação do Exército, na última etapa de 42 anos da carreira militar, o general Brasil, a exemplo de outros 'estrelados', pagou com o próprio veneno que ajudou a disseminar, nos quartéis e fora deles,  a candidatura do abjeto ex-capitão a presidente. 
Jair, nos EUA,   fecha acordo acertado pelo filho com cassinos

Alguém consegue imaginar Jair Bolsonaro envolvido em qualquer tema politico ou econômico que não haja interesse direto do submundo da economia, do qual ele é representante? >>>  Com efeito,   neste sábado(7),  Jair já se encontra nos EUA(Miami) para fechar a vinda de cassinos norte-americanos para o Brasil(com bandidões do crime de lá),  cuja acerto foi acertado pelo filho Flávio, hoje senador, envolvido nas ações com milicianos em seu gabinete quando deputado estadual do Rio de Janeiro até 2018.  ➤ LUÍS NASSIF, abaixo, na TV/GGN


Capitalismo em farelos 

ANTÔNIO MARTINS, no vídeo didático abaixo, do



Para governantes e  elites
estúpidas, o dinheiro é imune
a tudo. Não é…
FERNANDO BRITO, no TIJOLAÇO
A não ser por uma reviravolta no humor do mercado e ações em Nova York – sem sinal disso, ao contrário – a nossa ex-vedete financeira, a Bolsa de São Paulo, deve perder os 100 mil pontos que, em junho do ano passado, foram a grande “prova” segundo a qual, com cortes e “reformas” antissociais, a economia, afinal, ia deslanchar.   >>>   Com variações temáticas, o enredo é o mesmo desde meados de 2016, com a derrubada do governo legítimo: dólares viriam nos salvar, desde que estivéssemos dispostos a soltar a mão de nosso próprio povo e tirar-lhe serviços e direitos.   >>>   Quatro anos depois, é claro, a estes ninguém pede autocríticas. A culpa, sucessiva e alternadamente, é do Joesley, dos caminhoneiros, de Brumadinho, da Argentina e do coronavírus. E sempre, em cada um destes momentos, “do PT”.   >>>   O Globo lançou nessa sexta-feira(6) um patético editorial pedindo que Jair Bolsonaro desmonte “o picadeiro eletrônico que armou à frente do Alvorada”.   É tarde para isso, até porque a grande mídia e o establishment o ajudaram a montar a lona deste circo de horrores, tomados pelo furor de ódio ideológico antipetista, achando que domaria o presidente.   >>>   Não percebem – e muitos percebem e não se importam – que Bolsonaro não tem nenhum compromisso com a prosperidade econômica, mas com a periferia “empreendedora”, ou milícia do capitalismo, expressa em garimpos, desmatamentos, picaretagens negociais de empreendimentos turísticos e outras aventuras do dinheiro.   >>>   Tudo o que querem, diante dessa crise imensa, é mais do mesmo que não funciona para o país, embora funcione, como mostra a exuberância dos lucros dos bancos, para o capital.   Tal como o coronavírus, a crise do capital se instala, se espalha e atinge graus dramáticos. Ainda não estamos neles, ainda.   >>>  Governantes e elites estúpidas, como sempre, acham que dinheiro é imune a tudo, ainda mais com o Estado sempre pronto a dar-lhes mais nas dificuldades.   A vaca estatal, porém, está magra.
Acordo militar  entre Trump  e Bolsonaro carimba  submissão militar total do Brasil aos EUA
Jair Bolsonaro e Donald Trump

Anunciado, com pompa e circunstância, que o Brasil celebrará um “acordo inédito” na área militar com os EUA, um triunfo da diplomacia subalterna do governo Bolsonaro.   (...)   Ora, em primeiro lugar, tal acordo não tem nada de “inédito”. Segundo as informações do Office of the Under Secretary of Defense for Acquisition and Sustainment, os EUA mantêm parcerias tecnológic–militares semelhantes com os seguintes países: Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha, Dinamarca, Países Baixos, Noruega, Suécia, Finlândia, África do Sul, Israel, Coreia do Sul, Taiwan, Japão, Filipinas, Malásia, Cingapura, Indonésia, Índia e Chile.   Em segundo lugar, o acordo que será firmado é mera consequência de um outro acordo(dando arrancada à submissão brasileira) celebrado em 22 março de 2017, no governo Temer.   ➤   A íntegra de MARCELO ZERO no BRASIL/247.

sexta-feira, 6 de março de 2020


Pior que a ditadura militar, só a ditadura miliciana de Bolsonaro

Resultado de imagem para Imagens de Bolsonaro e seus milicianos

O projeto de médio prazo do bolsonarismo é infiltrar milicianos nas polícias militares estaduais, desestabilizando governos de oposição e construindo a base armada que sustentaria o golpe contra os outros poderes da República. A recente greve da PM cearense foi apenas um (balão de) ensaio.   ➤     Leia o texto de RODRIGO PEREZ OLIVEIRA, por inteiro, na REVISTA FÓRUM.

Britânico  ‘The Guardian’  faz  reportagem que a mídia brasileira não fez e mostra um Brasil em pânico com Bolsonaro 

The Guardian com Bolsonaro

"Horrorizados com o fanatismo e o autoritarismo de Jair Bolsonaro, os brasileiros estão pedindo boicotes às grandes empresas cujos fundadores ou proprietários apóiam o presidente de extrema direita", diz o primeiro parágrafo de uma reportagem especial no jornal britânico 'The Guardian'.  ➤   A íntegra, no BRASIL/247.