A vergonha de um Parlamento cuja maioria não fala, apenas
atropela, barganhando o preço de cada voto
"De quinta-feira da semana passada para cá, acionou-se o rolo compressor da maldade. Não há mais divergências, não há mais negociação. É aprovar a reforma, seja lá como for. Nem a categoria “sagrada” dos policiais. Muito menos os professores, que todos dizem ser a prioridade. Vão combater os privilégios, como se os privilegiados, neste país, não tivessem acumulado patrimônio e capital que os fizesse depender de R$ 2 mil ou R$ 3 mil do INSS. É a reforma contra os privilegiados que é apoiada pelos privilegiados. (...) É certo, apesar da desassombrada resistência da oposição minoritária, aprovarão a essência da reforma, que é tirar dos humildes. depois se digladiarão para tirar dela categorias que são suas bases eleitorais." ➤ A íntegra de FERNANDO BRITO, no TIJOLAÇO.
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