terça-feira, 2 de julho de 2019


Acordo entre Mercosul e União

Europeia:  as  oportunidades

precisam superar os riscos


Com a assinatura, pelo presidente Bolsonaro, do Acordo de Livre Comércio entre Mercosul e União Europeia, o tema explodiu no debate público interno. Os da situação saudando como uma grande conquista do atual governo e os da oposição antevendo a redução da economia nacional a grandes fazendas gerando pouquíssimos empregos de baixíssimos salários. (...)  Pelo menos no caso do Brasil, predomina no governo uma versão selvagem do neoliberalismo. Em termos de política externa, tal versão se basearia nas vantagens comparativas estáticas, as mesmas propostas por David Ricardo há duzentos anos, ignorando qualquer assimetria de desenvolvimento econômico e tecnológico.  (...) Não se trata de rejeitar integralmente o Acordo, muito menos de aceitá-lo com base apenas em interesses individuais e de curto prazo. São vinte anos de negociação, que passaram pelos governos FHC, Lula, Dilma e Temer, com Bolsonaro apenas assinando, pelo Poder Executivo( frise-se: apenas assinando e nada mais).   ➤   A íntegra de FERNANDO DE AQUINO FONSECA NETO, no JORNAL/GGN.

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