terça-feira, 16 de maio de 2017

João Santana e Mônica Moura precisam   ser  exorcizados   do marketing  político                        


 lulacp

João Santana, jornalista forjado na Salvador dos anos 1970, músico e cronista diletante, autor de um romance temporão, foi profissional invejado por colegas. No auge da carreira em redações ajudou no desfecho do processo de impeachment de Fernando Collor de Mello ao conduzir com profissionalismo o processo de apuração e publicação do testemunho-chave de Eriberto França, o motorista presidencial que atalhou o caminho da CPI do PC às provas responsáveis por cassar o ex-presidente em 1992.  >>  Mônica Moura, produtora aplicada, nunca teve o destaque profissional nem o desempenho de Santana. Conhecida por ser “pé de boi” numa função em que erros triviais provocam atrasos irrecuperáveis –os bastidores de sets de filmagem publicitária– destacou-se como estruturadora eficaz de planilhas de entrega de trabalhos e de recebimento de clientes.  >>  João e Mônica conheceram-se há pouco mais de 15 anos. Interesses profissionais, avidez por trabalho e um certo ar blasê em relação ao mundo os uniu. Cumplicidade e uma irrefreável e irreprimível vontade de dar passos maiores que as pernas e de querer curtir a vida adoidado num estilão que o destino parecia ter-lhes negado selou a sociedade biográfica dos dois. Agora, veem-se no epicentro do incontrolável incêndio político que consome o país há pouco mais de dois anos.
Leia mais LUÍS COSTA PINTO no PODER360

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